O Clipping, resumidamente, é o recorte de uma notícia, informação ou comentário, de interesse de uma pessoa física ou jurídica determinada, para seu conhecimento ou arquivo. Por muito tempo o clipping, como o conhecemos no meio jornalístico, teve característica estanque, de material coletado e classificado sem compromisso com dead lines, enfim, chegava ao cliente com cheiro de mofo e pronto para ser guardado em prateleira. Hoje são poucas as empresas especializadas que se definem como clipadoras. O setor agora se apresenta dentro de um conceito mais amplo: gestão da informação. Mas redefinir o posicionamento da atividade de produção de clipping não passa apenas pela mudança de nomenclatura. Os empreendedores se organizaram e estabeleceram modelos baseados em repasse imediato. Os recortes modernos têm abrangência praticamente ilimitada e estão conectados ao jeitão web de pesquisar, buscar, filtrar e acessar conteúdos específicos.
Neste cenário, a informação mesmo aquela que já saiu em jornais, rádios, TVs ou sites é atualizada através de análises quantitativas e qualitativas. O serviço oferece a possibilidade de se ter uma visão clara não só do volume, mas da representatividade junto à opinião pública. E quando torna-se referência para dados em constante atualização a informação original assume nova função histórica.
Instantaneidade, agilidade, confiabilidade e distribuição on line são as marcas do clipping do século XXI. O controle rápido e eficaz dos assuntos que interessam é vital para a tomada de decisões e definição de estratégias de comunicação e marketing.
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